Outras Coleções

Maternar:

Amor e cuidar. Amor que não se conjuga pois é o próprio verbo. Cuidar que exprime e movimenta. De mãos dadas, o amor cuida e inspira o agir que pelo sopro materno. É o primeiro cuidado. Assim nasce a #maternar,  linha inspirada em quem cuida e demonstra seu amor de múltiplas formas. 

Para apresentar a coleção, a Da Tribu convidou mulheres que com seus diferentes cuidados e histórias são essa vivência materna: as professoras Marcela Castro e Socorro Figueiró, a atriz Ester Sá, a musicista Rafaela Bittencourt e as jornalistas jornalista Bianca Levy e Ursula Vidal, trouxeram suas histórias de vivência materna e inspiraram os vídeos abaixo:

ITÁ:

Esta coleção foi inspirada na pesquisa da Edithe Pereira, arqueóloga que há 20 anos estuda a arte rupestre do museu escavado no município de Monte Alegre, localizado no noroeste do Pará.

Itá, que em Tupi significa pedra, traz os traços e as cores da terra, as vozes silenciadas da antemanhã amazônica. Buscamos aqui a simbologia ancestral da aurora do homem amazônico, inscrevendo-a em outras superficies e com materiais sustentáveis, fazendo um link entre o passado e o presente – com vistas ao futuro.

Os materiais ulizados na coleção “Itá” são basicamente resíduos da indústrial têxtil, além de tecidos e rolos internos de papelão, materiais com certa durabilidade que vão desde braceletes, aneis, pulseiras, colares e souvenirs como porta- lápis e porta-níquel.

alquimia:

Inspirada nos preceitos da ciência alquímica, a Da Tribu investiu no brilho do ouro e da prata e na monocromia do preto e suas nuances. Nesta criação, transmutamos em peças de beleza luminosa materiais obsoletos que poderiam ser descartados, como vinis, embalagens tetra pak e sobras de tecidos, misturando a estes elementos a tradição do bordado e do crochê, cristais, correntes, couro e arrebites. Num fazer alquímico da moda contemporânea, a Da Tribu alcançou um elixir que confere à esta coleção refinamento e elegância, em peças únicas para quem se veste de sofisticação.

O que vejo na minha janela:

Tendo a paisagem da casa como um altar, capturamos imagens e sons transformados em colares, brincos, pulseiras, goleiras, anéis, casquetes e arranjos inspiradores. A poética do que se vê, ganhou novos ares de experimentação com materiais como o papel machê e o aprimoramento de técnicas de trabalho com o papel, além de muita pintura à mão livre. A pirografia e modelagem ajudam a dar uma forma delicada à peças exclusivas e carregadas de sentido.

 

PERTENCIMENTO:

 Pertencer é banhar-se na ancestralidade, nos conhecimentos que contam e constroem histórias. Pertencer também é comprometer-se com o futuro, atitude que trazemos para esta coleção a partir da prática de reaproveitamento de materiais recicláveis e do uso do crochê, associado à reutilização de fitas magnéticas e vinis.